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Funarte Promove Oficina de Linguagem Visual com Fernando Lindote no Centro Cultural UFG

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^ Desenho de Fernando Lindote

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Doação recente do ITAÚ CULTURAL para o Acervo UFG: exemplar de "rio oir" - obra de CILDO MEIRELES.

Cildo Meireles - "rio oir"

Cildo Meireles - "rio oir"

Cildo Meireles - "rio oir" 03

Cildo Meireles - "rio oir" 03

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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Funarte Promove Oficina de Linguagem Visual com Fernando Lindote no Centro Cultural UFG



O projeto Rede Goiânia Funarte Artes Visuais convida artistas de Goiânia e região para participar da oficina Linguagem na Roda II, a ser ministrada por Fernando Lindote, de Santana do Livramento (RS), residente em Florianópolis (SC), artista, curador e difusor da cultura em âmbito nacional.

A oficina será dividida em duas partes, sendo a primeira dias 29 e 30 de março, e dias 2, 3 e 4 de abril, e a segunda parte de 7 a 11 de maio, das 15 às 18h e das 19 às 22h, no Centro Cultural UFG. As inscrições são gratuitas e podem ser feita pelo e-mail redegoiania@hotmail.com. Serão oferecidas 40 vagas por ordem de inscrição. Os interessados deverão enviar nome completo, CPF, RG, e-mail, telefone e currículo. Os artistas terão que levar para a oficina obras de sua autoria ou o registro das mesmas.



A oficina Linguagem na Roda II pretende promover conversas entre artistas sobre questões da linguagem visual, tendo como referência os trabalhos já desenvolvidos pelos participantes. Serão 60 horas destinadas a um bate-papo e troca de experiências sobre aspectos específicos de cada obra, com o objetivo de se conhecer melhor o trabalho de cada autor, bem como o contexto local que o cerca. Os atendimentos serão individuais e coletivos.

Para registrar, ampliar e difundir o resultado da oficina, será confeccionado um catálogo onde constará o processo da oficina e o registro das obras dos artistas. Este catálogo terá lançamento em Goiânia, no dia 29 de junho, às 20h, no Centro Cultural UFG.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

I salão de arte contemporânea do centro-oeste

O Centro Cultural UFG tem o prazer de apresentar o documentário sobre o
I Salão de Arte Contemporânea do Centro-Oeste, realizado para a FUNARTE em 2011.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Universidade Federal de Goiás recebe doação de 25 gravuras - "Eco Art" para o Centro Cultural UFG

Paulo Herkenhoff

A Universidade Federal de Goiás, por meio do Centro Cultural UFG recebeu a doação de 25 gravuras de artistas contemporâneos representativos, para serem incorporadas ao seu “Acervo Artístico”.

Realizada no Rio de Janeiro, a exposição ECO ART reuniu 120 artistas das Américas e resultou na publicação de um grande catálogo, na formação de um acervo e na edição de um álbum de 25 gravuras, a partir das pinturas. A exposição foi organizada por Julio Bozano, presidente do Banco Bozano Simonsen, por ocasião da RIO 92 - II Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento.

São serigrafias assinadas e numeradas, de artistas contemporâneos representativos, como Beatriz Milhazes (Brasil), Daniel Senise (Brasil), Flávio-Shiró (Brasil), Carlos Vergara (Brasil), Fernando Szyszlo (Peru), Siron Franco (Brasil), Miguel Castro Leñero (México), Tomie Ohtake (Brasil), Miguel Angel Rojas (Colômbia), Vicente Ianelli (Brasil), Arnaldo Roche-Rabel (Porto Rico), Gonçalo Ivo (Brasil), entre outros.

Este conjunto de serigrafias é objeto de um material didático "Projeto Bozano Arte e Natureza" - preparado pelo Instituto Arte na Escola/Fundação Iochpe, com um roteiro de discussão de cada peça sob o ponto de vista da linguagem visual e de sua relação transversal com a ecologia.

O "Projeto Bozano Arte e Natureza" considera os valores sociais levantados na RIO 92, tais como a preservação da natureza, o aquecimento global, a ação da sociedade civil, o desenvolvimento social e a auto sustentabilidade. O Instituto Arte na Escola/Fundação Iochpe, leva em conta o enorme potencial didático das gravuras em suas dimensões de compreensão da linguagem estética, política conservacionista, valor ético da ecologia, a fim de transmitir aos jovens estudantes a consciência da gravidade do problema e sua potencialidade de cidadão.

O projeto educativo desenvolvido pela Cia BOZANO inclui a doação de um conjunto destas 25 gravuras da ECO ART a museus de todo o Brasil, e o Centro Cultural UFG foi uma das instituições selecionadas, sendo indicado pelo crítico Paulo Herkenhoff, que tem se revelado um simpatizante de Goiás, e em especial, do CCUFG e dos artistas goianos.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Cildo Meireles - "rio oir" no Acervo UFG



Uma doação recente do Itaú Cultural , para integrar o Acervo UFG, um exemplar da obra sonora “rio oir”, de Cildo Meireles, será brevemente exibido no Centro Cultural UFG na mostra Arte Contemporânea Brasileira - Coleção Universidade Federal de Goiás. Apresentado pela primeira vez em outubro de 2011, na décima edição do projeto “Ocupação” do Itaú Cultural, “rio oir” foi concebido em 1976 pelo artista carioca cuja produção conceitual é marcada por um forte elemento político.



O projeto original previa um disco de vinil, que traria de um lado, uma combinação de diferentes sons de rios, e do outro, sons de risadas. Reeditado, agora ganhou um luxuoso formato de disco mudo (sem nenhum som gravado - apenas um objeto visual) com cuidada aparência embalada em acetato, mas respeitando ao conceito original da obra; dois cds acompanham esse novo vinil, são eles que reproduzem a atual pesquisa musical gravada. Num deles, Cildo apresenta os sons captados nos diversos locais do Brasil, inclusive no Parque Ecológico de Águas Emendadas, no Distrito Federal, onde a mesma nascente gera diferentes bacias hidrográficas.



No outro cd, Cildo apresenta uma composição de sons de risadas. Ambos cds, serão apresentados na mostra do CCUFG por meio de head-fones, assim, o público poderá fruir a obra tão somente de maneira individualizada, conforme o projeto de Cildo Meireles exige. Como instalação "rio oir" já foi apresentada num espaço cenográfico criado pelo curador do projeto, o arquiteto e pesquisador Guilherme Wisnik, e pela designer e professora da Esdi Noni Geiger, com a participação de Alice Chekroun, no projeto "ocupação" do Instituto Cultural Itaú.



Disse Cildo Meireles, “em 1976, quando morei em Petrópolis, fiz uma primeira anotação sobre esse projeto. Era uma ideia despretensiosa, baseada, sobretudo, no poder sugestivo do palíndromo, que se prolongaria por meio de uma imagem quase clichê: a Baía de Guanabara com o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro. O palíndromo, claro, estava justamente no título, rio oir, sendo que o ‘rio’ se refere às risadas, e o ‘oir’, ‘ouvir’, em castelhano, remete a esse rio virtual”.



Além da sonoridade, integrava a exposição do projeto "ocupação", imagens e vídeos da expedição que percorreu o país em busca dos sons utilizados na obra. As imagens apresentadas aquí no Blog, clareiam a proposta artística do Cildo, e são parte desses registros, elas são fotografias de Edouard Fraipont, artista belga naturalizado brasileiro e residente em São Paulo, que é antigo conhecido dos goianos, tendo sido premiado no VI Salão Flamboyant. Além de registros das águas, Edouard Fraipont assina também a belíssima imagem do Rio de Janeiro que ilustra o disco de vinil - "rio oir".

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

VIAGENS - Collage Workshop - Jaime Bennati

Instalação de Jaime Bennati realizada no Rio de Janeiro em 2010.

O Centro Cultural UFG apresentou de 05 a 08/12/201, às 15:30h, o workshop collage – VIAGENS, ministrado pela artista americana Jaime Bennati. A artista que emprega coisas encontradas na natureza ou objetos retirados da cultura industrial para criar obras em escultura e instalação, faz extensão artística em Goiânia, por 3 meses, apoiada pelo Programa de Intercâmbio Internacional entre a Universidade Federal de Goiás e Ohio University. Jaime Bennati concluiu mestrado em ensino de artes e além de artista atua como docente no Instituto de Maryland College of Art (MICA) lecionando escultura. Para o workshop dirigido a jovens artistas e a estudantes de arte, Bennati recolheu milhares de vales usados no sistema de transporte coletivo em Goiânia, e com eles desenvolveu colagens que exploram as propriedades do design deste material.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Arch Daily: Cultural Center UFG / Fernando Simon



Architects: Fernando Simon
Location: Goiania, Brazil
Project Year: 2010
Project Area: 2,801.22 sqm
Photographs: Helio Sperandio



The Cultural Center UFG is located next to University Square, in Goiania. At the site there was a shed, which operated a vehicle maintenance workshop and a warehouse of the university. Later the building was transformed to house artistic activities. Currently, through a process of conversion architecture, the old building was adapted to enable the installation of a cultural space aimed at the performing arts, visual arts, dance, music and experimental contemporary art workshops.



The program of spaces needed to carry out the proposed functions is split into two main sections: a theater and an art gallery. In parallel, the program includes spaces for the provision of support for the organization of the main activities in an administrative area and a room for social action, which conducts activities designed to encourage, through experimentation, the interest in art.



The formal composition of the building comes down to two cubes inserted diagonally into two sides of a rectangular prism
flat on the ground. These architectural features emphasize the symbolic character of the building, suggesting the idea of being a container, holding within cutting edge creations of contemporary art.



Artigo publicado originalmente no site
Arch Daily - the world's most visited archtecture website,
em 13 de agosto de 2011
http://www.archdaily.com/158535/cultural-center-ufg-fernando-simon/

Melhor da Arquitetura 2011



O Centro Cultural UFG projeto do arquiteto Fernando Símon, foi um dos três finalistas da categoria Edfícios Institucionais - Lazer no Prêmio Melhor da Arquitetura 2011 promovido pela revista Arquitetura e Construção da Editora Abril.

A premiação tem como objetivo destacar a criatividade dos profissionais, os projetos inovadores, as soluções sustentáveis, os aspectos técnicos e estéticos, além de revelar as tendências em arquitetura e urbanismo que promovem a qualidade de vida nos espaços públicos, ambientes de trabalho, espaços comerciais e residenciais.

Em 2011, foram mais de 400 projetos inscritos, 64 finalistas (que foram selecionados pela redação e submetidos a um júri de nove profissionais e formadores de opinião) e 22 deles premiados. A definição dos vencedores leva em conta também a votação dos leitores e internautas: o ano passado foram 26 mil votos pela Internet.

Para agilizar o processo, foi criado o portal Melhor da Arquitetura dedicado especialmente ao prêmio. Por meio desse canal, o internauta tem acesso ao regulamento e ao sistema de inscrições. Além disso, o site reúne depoimentos de finalistas, vencedores, galerias de fotos e vídeos das três edições anteriores.
Os vencedores (um por categoria) receberão o troféu O Melhor da Arquitetura 2011, além da publicação dos projetos na revista ARQUITETURA & CONSTRUÇÃO e participarão da exposição no Museu da Casa Brasileira, juntamente com os demais finalistas.